...
Não quero ser uma sereia,
Uma criatura sem nexo,
Sem pernas, sem bunda, sem sexo.
Prefiro, a ti, me entregar inteira.
Sentir tua língua no meu umbigo,
Teus gemidos no meu ouvido.
Ah! Vem, me pega de jeito,
Me come todinha,
E depois, bem calminha,
Te acaricio,
Enquanto dormes recostado no meu peito.
